Sábado, Janeiro 06, 2007

Caminhos longínquos

Perseguimos aquilo que queremos e somos perseguidos por aquilo que não queremos, ou sem querer ignoramos ou nem damos conta. Uma vida troca-nos o destino e nós trocamo-nos a nós próprios. Temos certezas sentidas, como muitas das vezes essas certezas se transformam em incertezas, em tristezas e medos. São caminhos que se cruzam, caminhos que nos fogem, caminhos que não queremos percorrer.

Esta sociedade, faz-me sentir perdida. Eu própria me faço sentir perdida, as minhas escolhas... como posso eu saber o que faço. Como posso eu saber que caminho seguir, muitas das vezes não me interessa a chegada ao caminho final, mas sim como o percorrer, sabendo que me posso perder pelo caminhos, sabendo eu como sou tão desorientada, tenho a certeza que me irei perder. Mas também sei, que consigo sempre voltar ao caminho certo, mesmo que demore mais tempo do que o devido. O que me faz concluir que o meu tempo de vida, irá sempre ser mais curto que o devido, isto porque, passo mais tempo perdida do meu caminho, do que no caminho certo. Sei que irei chegar ao destino final, mesmo que não seja aquele que tenha sonhado, ou aquele que mais tenha desejado, mas sei que chego lá... um dia destes, talvez...

Quarta-feira, Dezembro 13, 2006

Blind Zero - Sad Empire

Quinta-feira, Outubro 19, 2006

Fase triste

Sem rumo, perdida dos sentimentos, do percurso da vida. Onde nada se encaixa, é como caminhar, sem ter solo fixo, onde só existem areias movediças, onde és sugada pela corrente, e nem sequer sei lutar para poder sobreviver, porque não sei o que decidir. É como me deixar ser transportada para um submundo, em que as energias me consomem, e onde eu deixo de existir como um verdadeiro ser humano, e me torno num ser estranho, que não se aparenta com nada, e vagueia no seu próprio vazio, no seu próprio contexto de vida, sem corrente para continuar em frente.

Fase feliz

Quinta-feira, Agosto 31, 2006

Olho



Ver o que não vejo e sentir o que não sinto...

A curva perigosa da vida!!!

Portas que se abrem, portas que se fecham, é como caminhos que se cruzam, e se interlaçam como veias condutoras da vida. É uma mistura de consciente e inconsciente, é um submundo de perdição e de desconhecido, é como querer e não poder, poder e não querer. Sentimentos que se perdem, que fogem e que se vêem, é como não saber agarrar-nos ao se sentir numa curva de 180º, em que não se tem escolha, como a velocidade nos consumisse o nosso querer e o nosso objectivo de vida.

Paredes de Coura 2006



Bauhaus



The Cramps


Chk chk chk














Yeah yeah yeahs








Warren Suicide
Os No Dj's , o vjing estava espectacular.
os CatPeople foram muito fixes.
Estas foram as bandas que mais gostei de ver ;))

Quinta-feira, Agosto 10, 2006

Frases soltas

Barco que navegas nas sombras das frases perdidas,
que descansas num horizonte distante,
e que queres navegar no olhar profundo de proezas jamais vencidas.

Os anos passam e a vida continua como um relógio em que os ponteiros marcam as horas, e muitas das vezes nem damos conta que o tempo passa. Passa tão depressa, como muitas vezes lentamente, engana-nos com os seus mistérios e com os nossos descuidos. É traiçoeiro com a vida, matreiro com os nossos percursos e fatal com o nosso destino.

Olhos dourados da cor do sol,
Cabelo castanho sedoso como a brisa,
caracóis ondulantes como as ondas do mar.Boca de sabor a morango e com um sorriso do tamanho do mundo.

Quarta-feira, Agosto 02, 2006

BARAKA





“Baraka, uma antiga palavra Sufi [que] pode ser traduzida simplesmente por bênção (blessing), por respirar (breath), por essência da vida de onde toda a evolução decorre.”

BARAKA, de Ron Fricke, é um domentário definido pelo próprio autor como “uma viagem de redescoberta que aprofunda a natureza, a história, o espírito humano e, finalmente, o reino do infinito”.

Realização – Ron Fricke; Música – Michael Stearns; Fotografia – Ron Fricke; Produção – Mark Magidson; 1992

Domingo, Julho 30, 2006

Flow

http://lia.sil.at/

Vídeo feito para o som experimental de Vitor Joaquim em 2006 - Flow
É como sentir o gelo a tocar-nos na pele, e a chuva a entrar na alma.
LINDISSIMO

A minha existência

Sinto-me abaixo de qualquer ser. Uma repulsa enorme da minha existência, do sentido da minha vida. Que caminho ando a percorrer??!!! Porque me sinto constantemente perdida, em que nada o que tenha a haver comigo faz nexo. A minha simples existência cada vez tem menos significado. É como viver cada momento e sentir-me sempre morta, para quê continuar assim...